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Não. As propostas que estão sendo construídas pelo GT-CEPE, e que serão ainda apreciadas pela plenária daquele conselho superior, envolvem a possibilidade excepcional de oferta de componentes curriculares por meio de atividades de ensino remotas, em substituição a aulas presencias, e que possam ser consideradas para fins de integralização curricular.

 

Essa possibilidade, se aprovada, se concretizaria em um semestre letivo de caráter suplementar, garantida a oferta regular presencial quando a situação epidemiológica assim o permitir. Dado o seu caráter suplementar, e as reconhecidas condições de excepcionalidade sanitária, econômica e social, a eventual não participação nestas atividades não poderia gerar impactos negativos para fins de registro escolar dos alunos, não sendo configurável como abandono de curso e não reduzindo o limite regularmente existente para trancamentos de semestre.

 

Os programas de pós-graduação e as escolas da educação básica e técnica, além das instâncias internas da UFRR, articulam-se também com órgãos externos como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES e o Conselho Estadual de Educação - CEE, devendo também considerar esses atores em seus processos decisórios.

 

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